Carolina Herrera forçada a abandonar o cargo?

Após vários conflitos com os membros da marca, Carolina Herrera, ícone da marca que tem o seu nome, anunciou a sua reforma na gestão da mesma aos 80 anos, embora ainda tenha uma posição na comercialização das suas fragrâncias.

O adeus de Herrera como directora da empresa, que criou em 1981, pode ser devido à pressão de seus parceiros para deixar a empresa.

A empresa catalã Puig, que tem uma grande parte das acções da empresa, pode ter exercido pressão para que Carolina Herrera deixasse a empresa em detrimento de alguém mais jovem, algo que a própria empresa negou: “Vamos continuar a valorizar a figura de Carolina Herrera”, declaram. Essa tensão poderia ser a a gota que culminou com o conflito legal da prestigiada marca com Oscar de la Renta pela designer Laura Kim, que finalmente decidiu trabalhar para a assinatura do desaparecido costureiro.

Wes Gordon, o seu sucessor

A direção criativa da empresa caiu nas mãos de Wes Gordon, um jovem de Chicago com apenas 31 anos que recebeu a aprovação da exigente designer. Gordon trabalha para a empresa há mais de dez meses como consultor e tem experiência no sector, fazendo parte dos modelos Oscar de la Renta e Tom Ford.

Embora o papel activo de Herrera seja em segundo plano, continuará a ser a alma mater da marca de moda, bem como a imagem da mesma. Também não se sabe se as suas filhas, Patricia, que trabalha no departamento de design, e Carolina Adriana, com uma posição na divisão de fragrâncias, manterão as suas posições ou não.

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