Doenças por transmissão sexual

Doenças por transmissão sexual

São chamadas doenças por transmissão sexual, apesar do termo mais correto para se referir ás mesmas ser IST (infecções sexualmente transmissíveis). O mais comum é a infecção pelo vírus do papiloma humano, seguida da infecção por “Chlamydia Trachomatis”, sífilis, gonorreia, herpes genital e o vírus da imuno deficiência aqduirida (HIV).

  • Frequência. Mais de 50% das infecções sexualmente transmissíveis ocorrem em pessoas entre 20 e 35 anos. A mais comum é a infecção genital pelo virus do papiloma humano, e em seguida outros tais como a infecção pela “Chlamydia Trachomatis”, sífilis, gonorreia, herpes genital ou HIV.
  • Não são visiveis. as IST nem sempre estão associadas a lesões de pele visíveis; às vezes não apresenta sintomas, nem há quaisquer sinais clínicos passiveis de observar. É mais frequente que esta ocorra em mulheres e em áreas extra genitais tais como a garganta ou o recto. Ainda assim, é possível realizar testes para as detectar e tratar.
  • Todas as IST são tratáveis. Nalgumas (tais como bactérias, protozoários e parasitas), é possível erradicar o organismo que as causa e, noutros casos, como os vírus (vírus herpes ou HIV) é possível controlar a sua replicação.
  • Sexo Seguro. O preservativo protege eficazmente contra as IST que se transmitem através de fluidos, onde exista penetração vaginal, anal ou oral, como infecções gonocócicas, clamídia, micoplasma, hepatite B, hepatite C e HIV. Mas o preservativo faz o seu “trabalho” de forma pardial em determinadas doenças causadas (como a sífilis) uma vez que podem ser transmitidas pelo contacto da pele com a pele, a pele mucosa ou mucosa com mucosa.
  • Atenção ao vírus do papiloma humano. É o mais comum, porque se estima que entre 70 e 80% da população sexualmente activa pode ser infectada por algum tipo de VPH. É importante diferenciar entre infecção e doença, uma vez que apenas uma pequena percentagem de pessoas infectadas desenvolverá manifestações clínicas. Como não há tratamento que erradica o vírus, a coisa mais importante é a prevenção (vacinas), e controles ginecológicos para que, quando as manifestações clínicas (verrugas genitais, displasias, etc.) apareçam seja possível actuar.

Não esquecer o HIV (sida). Ele pode ser transmitido por via sexual, vertical (da mãe para o feto) ou sangue sendo que, actualmente, a maioria das infecções ocorrem por via sexual. O uso do preservativo e o tratamento anti-retroviral são eficazes na prevenção da transmissão do HIV.

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