H&M passa “fatura” na África do Sul com mensagem racista

H&M passa "fatura" na África do Sul

Mensagem “racista” da cadeia de moda H&M não ficou impune e a marca está a pagar uma grande “fatura” na África do Sul

A cadeia de moda sueca Hennes e Mauritz (H&M) fechou temporariamente as suas lojas na África do Sul, no seguimento dos protestos registados nesse país no passado Sábado (14) contra a mensagem “racista” que mostrava um sweater da marca e que a empresa já o havia retirado de venda após a desencadeada polémica.

A peça, que comercializavam no seu site até ao dia 6 de Janeiro, era promovida  vestida com um garoto negro e a mensagem impressa na frente da roupa dizia “o melhor macaco da selva” (the coolest monkey in the junge) . A fotografia e a camisola foram removidas depois das redes sociais viralizarem os protestos.

H&M passa "fatura" na África do Sul

“A H&M conhece os recentes eventos ocorridos em várias das nossas lojas na África do Sul. O que mais nos importa é a segurança dos nossos funcionários e clientes. Fechamos temporariamente as nossas lojas na África do Sul. Nenhum de nossos funcionários ou clientes foi ferido. Continuamos a acompanhar de perto a situação e abriremos as lojas logo que a situação seja segura”, afirmou a empresa num comunicado no site.

A mensagem é datada de 13 de Janeiro e a empresa ainda não actualizou a situação ou anunciou quando as lojas irão reabrir.

No Sábado, as acções de protesto foram registadas em seis lojas dessa cadeia em Joanesburgo e outros pontos nas províncias de Gauteng, aparentemente conduzidas pelo grupo esquerdista Economia Freedom Fighters(EFF), de acordo com informações do portal sul-africano News24.

“Acreditamos firmemente que o racismo e os preconceitos sob qualquer forma ou forma, deliberada ou acidental, são simplesmente inaceitáveis. Enfatizamos que a nossa equipa da loja não teve nada a ver com o nosso mau julgamento no produto e na imagem”, diz ainda a empresa como desculpa.

 

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