Kim Kardashian, advogada das causas (não) tão perdidas

Kim Kardashian, advogada das causas (não) tão perdidas

Kim Kardashian, advogada das causas (não) tão perdidas

CELEBRIDADES – A estrela da televisão, que estuda direito há um ano, ajudou em três meses a libertar 17 pessoas.

Quando Kim Kardashian revelou em Abril na revista Vogue que desde há um ano estuda direito, explicou que o seu objectivo é fazer o exame de admissão à Ordem dos Advogados da Califórnia em 2022. E embora ainda existam três anos para se formar, estrela da televisão já conseguiu registar vitórias importantes graças ao seu activismo para reformar o sistema prisional.

Nos últimos três meses Kardashian ajudou a recuperar a liberdade de 17 pessoas que estavam a cumprir longas sentenças nos EUA por delitos, na maioria dos casos relacionados com drogas. E fê-lo sem muito alarido, através de uma campanha chamada “90 Days of Freedom” com um grupo de juristas liderados pela sua advogado pessoal, Brittany Barnett.

 

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Segundo o site TMZ, graças ao trabalho que está a ser feito conseguiram que um juiz alterasse a sentença de prisão perpétua a Jamelle Carraway, que passou onze anos na prisão por posse de cocaína e recuperou a sua liberdade em Março. Como Eric Balcom, que se reuniu com a sua mãe depois de cumprir 16 anos de prisão por um crime sem violência. Ou Jeffrey Stringer, que aos 47 anos e depois de duas décadas na sombra, finalmente, foi capaz de abraçar a filha.

O seu activismo é silencioso e não termina quando os presos recuperam a sua liberdade. No mês passado, a estrela de “Keeping Up With The Kardashian” ofereceu-se para pagar antecipadamente cinco anos de aluguer a Matthew Charles, um homem que passou 21 anos na prisão e foi libertado em Fevereiro, graças a uma nova lei ratificada em Dezembro por Donald Trump, chamado Lei do Primeiro Passo, em que a socialite esteva bastante envolvida.

Kim Kardashian, advogada das causas (não) tão perdidas

Apesar da sua reputação de mulher frívola, a própria Kim K está a levar muito a sério a ideia de seguir os passos do seu falecido pai, o advogado de celebridades Robert Kardashian, embora o sacrifício seja grande. “Aqueles que acreditam que isto é fácil, não é. Os fins de semana, esses não os posso desfrutar como eu gostaria com os meus filhos. Eu trabalho o dia todo, ponho as crianças na cama e passo noites a estudar”, disse em Abril.

Nas últimas três décadas quase 4.000 pessoas foram condenadas no país para passar o resto de sua vida atrás das grades, sem possibilidade de liberdade condicional por delitos não violentos relacionados com drogas, um drama que afecta particularmente os indivíduos de raça negra entre os 25 e 35 anos, de acordo com dados da associação “Buried Alive” ( “Enterrados Vivos”).

Kim Kardashian, advogada das causas (não) tão perdidas

Foi essa associação que denunciou durante anos o caso de Alice Marie Johnson, uma mulher que esteve presa duas décadas e, no Verão de 2018 foi libertada depois de obter a clemência de Donald Trump, apenas uma semana depois de receber Kim Kardashian na Sala Oval.

Desde então, e animada pelo feliz resultado, a rainha das selfies no Instagram decidiu que era o momento de ser advogada.

Imagens: divulgação Kim Kardashian, advogada das causas (não) tão perdidas  . ..
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