Lacoste bane o Mohair após denúncia da PETA

Lacoste bane o Mohair após denúncia da PETA

Lacoste bane o Mohair após denúncia da PETA

A marca icónica junta-se à longa lista de empresas que baniram o mohair após revelações sobre a mutilação e matança de cabras em barracas de tosquia.

Depois de ter tido conhecimento pela PETA França sobre o sofrimento envolvido na produção de mohair, a Lacoste informou o grupo dos direitos dos animais que não voltaria a usar este material obtido cruelmente, indicando que está “muito preocupada com o bem-estar dos animais”. Ao comprometer-se em implementar uma proibição, a marca de moda icónica francesa junta-se a mais de 330 outras marcas mundialmente que já se comprometeram em fazê-lo, incluindo, mais recentemente, a Fast Retailing – um dos maiores revendedores globais de vestuário, cujas marcas incluem a UNIQLO e GU.

Famosa pelo logótipo com um crocodilo e detentora de 1.200 lojas e 10.600 outlets distribuídos por 120 países, a Lacoste tomou esta decisão depois de ter visto a primeira e única investigação testemunhal da indústria do mohair feita pela PETA Ásia na África do Sul, a origem de mais de 50 por cento do mohair mundial.

“A exposição da PETA abriu a cortina sobre a violenta indústria do mohair, e a Lacoste tomou a decisão recomendável de implementar uma proibição total relativamente ao material”, afirma a diretora da PETA, Elisa Allen. “Ao fazê-lo, a empresa junta-se à lista crescente de marcas de moda que se aperceberam que a crueldade para com os animais não é moda”.

A PETA – cujo lema dita, em parte, que “os animais não são nossos para serem vestidos” – salienta que, anteriormente, a Lacoste tinha-se comprometido a banir a angorá e a pele na sequência de debates com a PETA.

Imagens: divulgação
Sem comentários ainda

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será divulgado.

Este site utiliza o Akismet para reduzir spam. Fica a saber como são processados os dados dos comentários.