Modelo presa no Egipto por fotos nua num templo

Modelo presa no Egipto por fotos nua num templo

Uma modelo belga revelou que passou a noite numa prisão egípcia depois de ser apanhada a realizar uma sessão de fotos nua  num templo em Luxor, cidade no sul do Egipto. Marisa Papen é famosa por realizar sessões de fotos nua e descreve-se como uma “expressionista de espírito livre e selvagem”. Ela viajou para a África com o fotógrafo Jesse Walker para conhecer monumentos famosos do antigo  Egipto.

Segundo o jornal “Daily Mail”, a modelo teria subornado homens que patrulhavam templos em Guizé para conseguir fazer fotos no local. No entanto, em Luxor, Papen e Walker acabaram presos por quatro guardas egípcios.

“Nos últimos dois anos, andei selvagem e livre em pelo menos 50 países. Raramente acabo em situações precárias. Até este ano, no Egipto”, contou.

Modelo presa no Egipto por fotos nua num templo

A modelo e o fotógrafo ainda tentaram argumentar que estavam cientes das diferenças culturais, políticas e religiosas entre o Egipto e o Ocidente quando se trata de nudez, mas não deu resultado e os dois acabaram na cadeia.

“Ttentamos explicar que estávamos a fazer arte com o maior respeito pela cultura egípcia, mas eles não podiam ver uma conexão entre nudez e arte. Aos seus olhos era pornografia, ou algo do género”, escreveu no seu site.

Para fazer as fotos, a dupla escondeu-se no complexo onde fica o templo de Karnak para começar a sessão de fotos assim que o local estivesse vazio.

“Fomos apanhados, mais uma vez, mas sem oportunidade  de negociar. Fomos levados para a cadeia.Sem poder falar, tentei deixar claro para Jesse que ele tinha que excluir as imagens se visse a menor oportunidade. Caso contrário, ficaríamos em graves problemas”, disse.

Modelo presa no Egipto por fotos nua num templo

Após várias horas na prisão, Papen e Walker foram levados à frente de um juiz.

“Continuamos a interpretar o papel de turistas estúpidos. Mudamos um pouco a história e tentamos sair de lá de alguma forma. O juiz ficou a olhar para livros que pareciam tão antigos quanto as pirâmides até decidir que apenas nos daria um aviso e que não deveríamos, nunca mais, fazer algo tão vergonhoso. Concordamos imediatamente”, disse.

De volta ao quarto do hotel, o fotógrafo conseguiu recuperar as imagens excluídas do cartão SD com um software especial.

“Creio que criamos algo do qual Cleopatra se orgulharia”, comentou.

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