Portugal Fashion “Protecting Talent” – Dia 2

Portugal Fashion “Protecting Talent” – Dia 2

 

Portugal Fashion “Protecting Talent” – Dia 2

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion.

O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload”. A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas – com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação – criando uma fusão do artesanal com o digital.

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion. O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload". A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas - com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação - criando uma fusão do artesanal com o digital. Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista. Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia. Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira - que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 - e Unflower - uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga. A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto - algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion. Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário - grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes - onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática. Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”. Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples - uma t-shirt branca com umas calças cremes. Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion. Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento. Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon - uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante. Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade. O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto. Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos - um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos - neste desfile foram as saias e os vestidos. Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios. O dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante. Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.
Susana Bettencourt

Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista.

Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia.

Together We Stand

Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira – que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 – e Unflower – uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga.

Unflower

A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto – algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion.

Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário – grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes – onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática.

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion. O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload". A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas - com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação - criando uma fusão do artesanal com o digital. Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista. Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia. Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira - que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 - e Unflower - uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga. A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto - algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion. Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário - grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes - onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática. Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”. Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples - uma t-shirt branca com umas calças cremes. Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion. Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento. Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon - uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante. Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade. O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto. Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos - um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos - neste desfile foram as saias e os vestidos. Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios. O dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante. Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.
Rita Sá

Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”.

Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples – uma t-shirt branca com umas calças cremes.

Inês Torcato

Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion.

Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento.

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion. O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload". A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas - com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação - criando uma fusão do artesanal com o digital. Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista. Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia. Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira - que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 - e Unflower - uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga. A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto - algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion. Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário - grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes - onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática. Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”. Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples - uma t-shirt branca com umas calças cremes. Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion. Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento. Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon - uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante. Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade. O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto. Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos - um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos - neste desfile foram as saias e os vestidos. Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios. O dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante. Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.
Maria Gambina

Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon – uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante.

Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade.

Pé de Chumbo

O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto.

Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos – um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos – neste desfile foram as saias e os vestidos.

Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios.

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion. O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload". A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas - com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação - criando uma fusão do artesanal com o digital. Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista. Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia. Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira - que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 - e Unflower - uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga. A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto - algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion. Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário - grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes - onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática. Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”. Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples - uma t-shirt branca com umas calças cremes. Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion. Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento. Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon - uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante. Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade. O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto. Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos - um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos - neste desfile foram as saias e os vestidos. Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios. O dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante. Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.
Fly London

 

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion. O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload". A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas - com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação - criando uma fusão do artesanal com o digital. Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista. Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia. Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira - que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 - e Unflower - uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga. A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto - algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion. Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário - grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes - onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática. Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”. Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples - uma t-shirt branca com umas calças cremes. Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion. Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento. Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon - uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante. Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade. O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto. Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos - um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos - neste desfile foram as saias e os vestidos. Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios. O dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante. Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.
Belcinto

 

MLV PortugueseO dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante.

A sexta-feira chegou e com ela veio o segundo dia desta edição especial do Portugal Fashion. O dia arrancou com alguns minutos de atraso no Neya Porto Hotel no desfile da açoriana Susana Bettencourt, que apresentou a sua nova coleção “Overload". A apresentação online começou com uns clips do backstage onde o público viu as modelos a ser preparadas - com o objetivo de mostrar transparência para com quem está a ver a apresentação - criando uma fusão do artesanal com o digital. Para “Overload”, a estilista focou-se na expulsão das redes sociais e no facto que, cada vez mais, estamos a viver para e com estas redes. Esta coleção é a continuação do conceito apresentado em março, contudo, com peças mais “vestíveis”, segundo a estilista. Logo após a primeira apresentação terminar, a marca de jóias Together We Stand exibiu as suas novas propostas para a Primavera/Verão do próximo ano. Também apresentada em formato de vídeo, esta marca mostrou ao espectador o processo de criação das jóias e história da marca, que inicialmente sofreu por ser portuguesa, coisa que já não acontece hoje em dia. Já com mais público presente que no dia anterior, às 14 horas, começou uma nova apresentação da plataforma Bloom, desta vez com Maria Meira - que se sagrou vencedora do concurso na edição Outono/Inverno 2018-2019 do Portugal Fashion, em março de 2018 - e Unflower - uma marca de slow-fashion portuguesa, lançada em 2018 por Ana Sousa e Joana Braga. A coleção de Maria Meira conta com tecidos leves e esvoaçantes com padrões florais (padrão muito comum na primavera). Algo a destacar neste desfile é que todas as modelos estavam a usar máscara, item também presente na coleção da designer. Já na coleção de Unflower o que dominava eram os vestidos longos e as cores em creme, branco e preto - algo que está a ser muito comum nesta edição do Portugal Fashion. Duas horas depois da primeira parte dos desfiles do dia da plataforma Bloom, Rita Sá apresentou a sua coleção de menswear para esse mesmo concurso. Uma coleção onde são aplicadas as tendências do streetwear do estilo utilitário - grandes bolsos nas camisas, casacos e coletes - onde as cores predominantes eram o azul e o branco. Indo ao encontro do que a designer gosta, esta coleção é focada em apenas duas cores, criando quase uma visão monocromática. Relembrando que esta edição é especial devido ao clima de pandemia que o mundo está a viver, Pedro Monteiro, fotógrafo no evento, disse ao Tendências Online que tiveram de se adaptar às mudanças, mas que acha que está a correr bem. Embora o fotografo admita que “esta situação que estamos a viver é mais stressante, porque há mais cuidado, preocupações e mais responsabilidade, mas temos que nos adaptar aos novos tempos e acho que estamos a conseguir fazer um ótimo trabalho”. Entre os desfiles do Bloom, Inês Torcato, uma antiga Bloomer e filha do estilista Júlio Torcato, que irá comparecer no evento este sábado, começou a sua apresentação com um vídeo de uma banda a tocar uma melodia rock. Após o vídeo, entrou sete modelos no espaço da apresentação, todos juntos. Um dos modelos que se destacou foi aquele que estava a usar um fato com um roupão vermelho vinho. O restante dos manequins e a estilista estavam a usar roupas simples - uma t-shirt branca com umas calças cremes. Curiosamente, Maria Gambina, foi professora de Inês Torcato na ESAD Matosinhos e é precisamente ela quem sucedeu a Inês Torcato na passerelle do 47º Portugal Fashion. Maria Gambina é a marca de Maria Cristina Lopes. Esta designer foi escolhida para representar Portugal, como embaixadora portuguesa, no projeto Euro-Fashion/Fashion ft. Football 2012. já na Ucrânia, a estilista apresentou uma coleção feminina em silhueta space age, num ambiente afro-americano da década de 60, como está indicado no Press release do evento. Os materiais da coleção são sustentáveis, contemporâneos, leves e largos, sendo o branco a cor principal da coleção, mas com a presença constante de acabamentos em verde néon - uma cor que ainda só tinha sido vista no desfile de Arieiv. Quanto aos acessórios a palha foi o material predominante. Chegaram às 18 horas na Alfândega do Porto, o que significou que estava na hora do desfile da marca Pé de Chumbo, marca criada por Alexandra Oliveira, e cujo nome se atribui a uma alcunha da adolescência da designer. Esta coleção foca-se no reaproveitamento de peças, ao dar-lhes novas formas e texturas, que embora tenham um propósito estético, também se focam na sustentabilidade. O desfile começou com as cores azul acinzentado e branco a dominar, além disso, todas as modelos que desfilaram na primeira parte do desfile da marca usaram sapatos coloridos, sendo o amarelo e, principalmente, o vermelho as cores predominantes no calçado. Contudo, na segunda parte da apresentação o que prevaleceu foram os padrões axadrezados, onde o vermelho, o amarelo e o azul eram as estrelas, cores estas que lembram a Primavera e o Verão. E, para deixar o público a desejar pelo calor, até houveram duas peças que se pareciam com fatos-de-banho, uma de renda branca e um preto. Para finalizar o desfile, o público pôde ver vários vestidos com cortes elegantes e materiais mais trabalhados, mostrando a versatilidade desta marca. As peças predominantes usadas pelas 24 modelos - um número alto se comparado com os outros desfiles que continham entre 10 a 12 modelos - neste desfile foram as saias e os vestidos. Às 19 horas as marcas Belcinto, Fly London e MLV Portuguese apresentaram os seus modelos de sapatos e malas para a Primavera/Verão de 2021, num desfile dedicado unicamente aos acessórios. O dia terminou pouco depois das 21 horas logo depois de Miguel Vieira acabar de mostrar as suas propostas para as próximas estações com a coleção “Introspeção” no Vogue Café. A paleta de cores incluiu o rosa orquídea, o azul capri e o bege, e no que toca aos materiais esta apresentação contou com a presença de tecidos estampados, sedas, lãs, algodão mercerizado e tecidos metalizados. Cada cor tinha um capítulo dedicado ao desfile e os manequins que mostraram a marca vestiram maioritariamente fatos, misturando o estilo officewear e profissional com toques descontraídos, ao acrescentarem uma tshirt, uma camisa, ou até mesmo um vestido mais flutuante. Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.
Miguel Vieira

Amanhã os desfiles regressam logo às 11 horas com a marca Marques’Almeida.

MOMENTOS

 

Imagens: Portugal Fashion/Cynthia Nogueira Portugal Fashion “Protecting Talent” – Dia 2 . .
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